Pelas 9 Horas da manha de Sábado, a equipa de iniciados do Internacional club Almancil iniciou a viagem para a cidade de Évora para defrontar o Juventude de Évora a contar para a 3ª jornada do Campeonato Nacional de Iniciados.
Num jogo onde apenas os três pontos interessavam a turma de Almancil para dar continuidade a senda vitoriosa da passada semana e a consequente subida na tabela classificação.
O jogo começou com a equipa do internacional a controlar a seu belo prazer a partida, apesar do vento contra que se fazia sentir e do terreno pelado que dificultava a pratica do bom futebol.
Aos 20 minutos a equipa algarvia já tinha enviado 2 bolas aos ferros e proporcionado a quem assistia a partida, jogadas colectivas de belo efeito. A demonstrar a superioridade dos miúdos do concelho de Loulé, a equipa do Juventude Évora apenas por uma vez chegou perto da baliza a guarda de Miguel, num livre directo em que a bola embateu na barreira.
Até ao fim da primeira parte o internacional continuava a procurar o golo, com ataques organizados e bem construídos mas sem conseguir abrir o marcador.
Para o segundo tempo foram efectuadas duas alterações, entraram Diogo e Mateus, apesar da qualidade do futebol baixar surgiu finalmente o golo da equipa visitante aos 42 minutos por intermédio de Zé Miguel, numa jogada de entendimento do ataque do Internacional onde Zé Miguel sem dificuldade após se isolar desvia do guarda – redes.
O Jogo melhorou bastante a seguir ao golo, o Internacional manteve-se sempre superior e continuavam as boas jogadas colectivas mostrando entrosamento e ligação entre os sectores. Apesar de estar a perder a equipa da casa pouco ou nada arriscou a procura do empate e nunca criou situações de perigo.
O melhor momento da partida surgiu a passagem do minuto 54 no bis de Zé Miguel, numa fantástica jogada individual, o numero 7 pegou na bola antes do meio campo passou por 4 adversários com categoria e com frieza na cara do guarda – redes adversário fez o segundo golo da equipa visitante.
Até ao fim da partida o jogo foi claramente dominado pelos algarvios, onde poderiam ter alargado a vantagem no marcador por varias vezes.
Nota final positiva para os miúdos do Internacional que tiveram uma belíssima exibição pecando só, na finalização onde se pedia mais concentração.
Após o objectivo conseguido a turma de Almancil regressou com mais 3 pontos amealhados e muito importantes, num reduto complicado pelo vento que se faz sentir e pelo piso do campo que prejudica e muito, a pratica do futebol.
Internacional alinhou com:
1.Miguel Pires; 2.Wilson; 3.Samuel;4. André Mendes; 5. Júnior Nóbrega; 6.David Costa (Miguel Bandeira – 50min); 7.Zé Miguel; 8.Marco Marques; 9.David (Mateus – 35 min) ; 10.Beto (c) ( Pepo – 62 min); 11.Stefano (Diogo – 35min)
12. Marco Revês; 13. Rafael; 14.Miguel Bandeira; 15.Emanuel Lourenço; 16.Diogo; 17. Pepo; 18.Mateus
Janota
Selecçao sub 16 do Algarve
O arranque da selecção de Sub 16 do Algarve, está marcado para o dia 7 de Outubro em Albufeira, será o primeiro treino da temporada.
Num total de 44 jovens, em representação de 14 clubes, o Internacional vê 8 dos seus jogadores convocados, sao eles:
Diogo Freitas,
Ricardo Venâncio,
André Rodrigues,
Miguel Pinto,
Luís Pinto,
Michael Blanc,
Daniel Fernandes e
Márcio Santos
Do total dos atletas que vão estar em observação pela Associaçao de Futebol do Algarve será formada a selecção que inicia a preparação para o Inter-Associações.
Em termos competitivos, o primeiro objectivo da selecção do Algarve é ultrapassar, com êxito, a Fase Zonal para que depois possa competir na Fase Final do Inter-Associações Manuel Quaresma.
Num total de 44 jovens, em representação de 14 clubes, o Internacional vê 8 dos seus jogadores convocados, sao eles:
Diogo Freitas,
Ricardo Venâncio,
André Rodrigues,
Miguel Pinto,
Luís Pinto,
Michael Blanc,
Daniel Fernandes e
Márcio Santos
Do total dos atletas que vão estar em observação pela Associaçao de Futebol do Algarve será formada a selecção que inicia a preparação para o Inter-Associações.
Em termos competitivos, o primeiro objectivo da selecção do Algarve é ultrapassar, com êxito, a Fase Zonal para que depois possa competir na Fase Final do Inter-Associações Manuel Quaresma.
Cronica de Jogo Juniores - 4º Jornada
A 4.ª jornada do Campeonato não foi positiva para nós, nem foi uma boa propaganda para o futebol.
Nós porque não conseguimos melhor, e o nosso adversário porque não quis melhor.
Entrámos no jogo a perder com um erro infeliz que permitiu que o avançado do Portimonense surgisse isolado, e aos 3 minutos marcasse aquele que seria o único golo da partida.
Durante os primeiros 45 minutos o jogo foi muito incaracteristico e mal jogado. Após o golo o Portimonense remeteu-se à defesa com os 4 elementos do sector defensivo mais 2 médios que não mais passaram o meio campo, limitou-se a esticar o jogo com bolas longas, mas na maior parte das vezes sem grande consistência.
Mas aqui a responsabilidade é nossa, porque não fomos capazes de controlar o jogo da forma que pretendiamos.
Um dos factores que limitou o nosso desempenho na primeira parte foi o facto de o nosso jogo assentar numa pressão alta e intensa, que não resultou pura e simplesmente porque o adversário não saiu uma única vez a jogar a partir de trás, utilizando o jogo muito característico dos tradicionais campos britânicos, o que retirou eficácia à pressão dos nossos médios, que durante 20 minutos se limitaram a ver as bolas passarem por cima das suas cabeças. Mas, nós estávamaos prevenidos, só não pensávamos que esta forma de jogar fosse uma constante, e por isso levámos algum tempo a proceder aos respectivos ajustes.
A partir dos 20 minutos estabilizámos um pouco e passámos a controlar o jogo, mas de forma pouco agressiva sobretudo porque não criámos reais situações de finalização.
A segunda parte teve sentido único e já nos apresentámos num nível aceitavel, sem contudo atingir um patamar que podemos e devemos alcançar.
Penetrámos pela direita, penetrámos pela esquerda, cruzámos, rematámos, tivemos várias situações de bola parada, e neste conjunto de ataques tivemos meia dúzia de situações em que poderíamos ter empatado o jogo.
Na segunda parte tivémos 8 cantos contra 2 do adversário, beneficiámops de 17 faltas contra 9, rematámos 12 vezes contra 2, infelizmente não fomos capazes de traduzir a estatistica em eficácia, mas deixa-nos reconfortados verificar que pelo menos a resposta foi no sentido positivo.
Pediram-me para deixar uma nota em relação a situações adversas que temos assistido, mas enquanto a nossa resposta em campo não me der essa autoridade, não pretendo atribuir aos outros as responsabilidades que saõ minhas e da equipa.
Teremos algumas razões de queixa? Porventura teremos. E nós? Temos feito tudo o que está ao nosso alcançe? A resposta é não, por isso vamos resolver aquilo que depende de nós porque o resto, depois não nos afecta.
Durante a pré-época recebemos e vencemos o Portimonense por 1-0, e registámos o perfil desta equipa e depois de termos recebido relatórios de jogos oficiais da equipa de Juniores do Portimonense, confirmámos ontem que se trata realmente de uma equipa realmente muito estranha, sobretudo para quem tem a sua equipa Sénior na II Liga Profissional de Futebol. Digo estranha no sentido de que não se apresenta em conformidade com os seus pergaminhos, porque não procura jogar o jogo pelo jogo, não apresenta um futebol positivo e no jogo de ontem contou com a complacência do sr. árbitro que permitiu que o Portimonense usasse o anti-jogo berrante, imagine-se, desde o minuto 3, altura em que conseguiu o único golo da partida.
Não pretendo com isto interferir nem condicionar a forma de jogar dos nossos adversários, tão somente, quero deixar a mensagem de que não gostei da forma de estar do adversário.
Vou repensar o meu romantismo futebolístico, porque transmito aos meus atletas a necessidade de procurarem jogar um futebol atractivo e positivo, no sentido de procurar jogar sempre para ganhar e procurar sempre mais um golo.
Se jogarmos bem, podemos não ganhar sempre, mas estaremos mais perto de vencer, e concerteza venceremos mais vezes, no entanto nós temos um ponto e os nossos adversários encontram-se bem confortáveis na classificação.
Nao abdicamos dos pricipios e fundamentos do nosso jogo, mas eventualmente alguns conceitos terão que ser revistos.
Bruno saraiva
Nós porque não conseguimos melhor, e o nosso adversário porque não quis melhor.
Entrámos no jogo a perder com um erro infeliz que permitiu que o avançado do Portimonense surgisse isolado, e aos 3 minutos marcasse aquele que seria o único golo da partida.
Durante os primeiros 45 minutos o jogo foi muito incaracteristico e mal jogado. Após o golo o Portimonense remeteu-se à defesa com os 4 elementos do sector defensivo mais 2 médios que não mais passaram o meio campo, limitou-se a esticar o jogo com bolas longas, mas na maior parte das vezes sem grande consistência.
Mas aqui a responsabilidade é nossa, porque não fomos capazes de controlar o jogo da forma que pretendiamos.
Um dos factores que limitou o nosso desempenho na primeira parte foi o facto de o nosso jogo assentar numa pressão alta e intensa, que não resultou pura e simplesmente porque o adversário não saiu uma única vez a jogar a partir de trás, utilizando o jogo muito característico dos tradicionais campos britânicos, o que retirou eficácia à pressão dos nossos médios, que durante 20 minutos se limitaram a ver as bolas passarem por cima das suas cabeças. Mas, nós estávamaos prevenidos, só não pensávamos que esta forma de jogar fosse uma constante, e por isso levámos algum tempo a proceder aos respectivos ajustes.
A partir dos 20 minutos estabilizámos um pouco e passámos a controlar o jogo, mas de forma pouco agressiva sobretudo porque não criámos reais situações de finalização.
A segunda parte teve sentido único e já nos apresentámos num nível aceitavel, sem contudo atingir um patamar que podemos e devemos alcançar.
Penetrámos pela direita, penetrámos pela esquerda, cruzámos, rematámos, tivemos várias situações de bola parada, e neste conjunto de ataques tivemos meia dúzia de situações em que poderíamos ter empatado o jogo.
Na segunda parte tivémos 8 cantos contra 2 do adversário, beneficiámops de 17 faltas contra 9, rematámos 12 vezes contra 2, infelizmente não fomos capazes de traduzir a estatistica em eficácia, mas deixa-nos reconfortados verificar que pelo menos a resposta foi no sentido positivo.
Pediram-me para deixar uma nota em relação a situações adversas que temos assistido, mas enquanto a nossa resposta em campo não me der essa autoridade, não pretendo atribuir aos outros as responsabilidades que saõ minhas e da equipa.
Teremos algumas razões de queixa? Porventura teremos. E nós? Temos feito tudo o que está ao nosso alcançe? A resposta é não, por isso vamos resolver aquilo que depende de nós porque o resto, depois não nos afecta.
Durante a pré-época recebemos e vencemos o Portimonense por 1-0, e registámos o perfil desta equipa e depois de termos recebido relatórios de jogos oficiais da equipa de Juniores do Portimonense, confirmámos ontem que se trata realmente de uma equipa realmente muito estranha, sobretudo para quem tem a sua equipa Sénior na II Liga Profissional de Futebol. Digo estranha no sentido de que não se apresenta em conformidade com os seus pergaminhos, porque não procura jogar o jogo pelo jogo, não apresenta um futebol positivo e no jogo de ontem contou com a complacência do sr. árbitro que permitiu que o Portimonense usasse o anti-jogo berrante, imagine-se, desde o minuto 3, altura em que conseguiu o único golo da partida.
Não pretendo com isto interferir nem condicionar a forma de jogar dos nossos adversários, tão somente, quero deixar a mensagem de que não gostei da forma de estar do adversário.
Vou repensar o meu romantismo futebolístico, porque transmito aos meus atletas a necessidade de procurarem jogar um futebol atractivo e positivo, no sentido de procurar jogar sempre para ganhar e procurar sempre mais um golo.
Se jogarmos bem, podemos não ganhar sempre, mas estaremos mais perto de vencer, e concerteza venceremos mais vezes, no entanto nós temos um ponto e os nossos adversários encontram-se bem confortáveis na classificação.
Nao abdicamos dos pricipios e fundamentos do nosso jogo, mas eventualmente alguns conceitos terão que ser revistos.
Bruno saraiva